quinta-feira, 25 de outubro de 2007

As 5 forças de Porter

Pessoal,

As Cinco Forças de Porter é um modelo concebido por Michael Porter em 1979, para análise da competição entre empresas que considera cinco fatores, ou "forças competitivas", que devem ser estudados para que se possa desenvolver uma estratégia empresarial eficiente.

Na última aula, nós discutimos o modelo das 5 forças competitivas de Porter. Naquele momento, revisitamos a análise feita por um Professor da ESPM acerca do mercado de aviação comercial no Brasil, através do Case da GOL Linhas Aéreas.

Agora que vocês já possuem mais conhecimento sobre o modelo, gostaria que cada um fizesse uma análise de qualquer mercado, por exemplo: varejo supermercadista, varejo da construção civil, automobilístico, fabricação de aeronaves, computadores, editorial, calçados, vestuário infantil, vestuário infanto-juvenil, motores elétricos, pneus, móveis, construção civil, planos de saúde, artigos esportivos, bancos, telefonia fixa, telefonia móvel, cigarros, cerveja, cosméticos, máquinas agrícolas, jogos eletrônicos, etc.

Vocês devem reunir-se em duplas e entregar-me uma análise em, no mínimo, 3 páginas além de postar um resumo nos comentários desse blog.

15 comentários:

Shalimar disse...

ANÁLISE DAS CINCO FORÇAS COMPETITIVAS DE PORTER DO MCDONALD’S DE FAST FOOD NO BRASIL
O McDonald's é a maior e mais conhecida empresa de serviço rápido de alimentação do mundo. Presente em 118 países, a rede possui 31,8 mil restaurantes, onde trabalham 1,6 milhão de funcionários que alimentam diariamente mais de 48 milhões de clientes.
No Brasil, a rede chegou em 1979. Atualmente, possui mais de 1.140 pontos-de-venda, entre restaurantes, quiosques e McCafés, distribuídos em todas as regiões do País. A empresa ainda emprega cerca de 34 mil funcionários e arrecada por ano aproximadamente R$ 249 milhões em impostos e contribuições sociais. Cerca de 1,6 milhão de clientes são atendidos diariamente na rede McDonald's em todo o Brasil.
Rivalidade entre competidores: O McDonald’s, no Brasil, enfrenta a concorrência de diversas outras redes de fast-food. As principais competidoras são Bob’s, Giraffas e Burguer King. Dificilmente estes outros estabelecimentos alcançarão o número de pontos de venda que o McDonald’s tem, pois a diferença é grande.
Para tentar competir com o McDonald’s, as outras redes instalam franquias em locais onde ele já está inserido. Isso se observa nos Shoppings Centers, onde as franquias se acumulam uma ao lado da outra, porém isso só se observa nas grandes cidades, pois as pequenas cidades não dão um retorno que compense o investimento.
Essa concorrência acirrada dá ao consumidor variedade de opções quando busca um fast-food. Ganhará, então, aquele que for mais rápido, mais barato, mais saboroso, e de melhor qualidade. Isso é claro, varia da percepção de cada consumidor.
Ameaça de novos entrantes: No Brasil, dificilmente outro restaurante terá capacidade de desenvolver uma rede com tantas filiais como as concorrentes anteriormente citadas. Isso levaria anos para ocorrer, não devendo o McDonald’s se preocupar com isso a curto prazo. A ameaça de novos entrantes, seria então no sentido da instalação de franquias das redes já existentes em mercados dominados pelo McDonald’s.
Poder de barganha dos consumidores: As refeições do McDonald’s no Brasil são consideradas de alto custo para os consumidores. Periodicamente, estes preços são elevados mais ainda, o que torna menos acessível, e diminui a freqüência de consumo.
Ameaça de produtos substitutos: O principal exemplo de substituto para este produto é a rede de fast-food Habib’s, que oferece comidas árabes, como sfiha, quibe e beirute, e possui 260 pontos de venda no Brasil. Também há a possibilidade de ser substituído por buffets, no horário do almoço principalmente, já que estes restaurantes não ficam abertos o dia todo, como é o caso das redes de fast-food. Mas para isso, o consumidor deveria querer uma refeição completa, não apenas um lanche.
Ou para pessoas, que estão mais preocupadas em consumir um lanche de qualidade a um lanche rápido, há a possibilidade de substituição por produtos como pizzas e pastéis. No caso das pizzas, há o exemplo da rede Pizza Hut, que possui 63 franquias distribuídas em diversos locais do Brasil.
Poder de barganha dos fornecedores: Frente aos fornecedores, o McDonald’s tem maior poder de barganha que os concorrentes, devido ao maior número de franquias. Porém, às vezes o McDonald’s tem como fornecedores grandes empresas que não se deixam barganhar pelo o grande reconhecimento no mercado.
Por exemplo, o refrigerante e os sucos são exclusivos da Coca-Cola, devido a parceria das duas organizações. Mas a Coca-Cola não é exclusiva do McDonald’s, pois também fornece refrigerante para as outras redes, concorrentes, como por exemplo, o Bob’s.
Outro exemplo é o da alface americana, em que o cultivo foi trazido para o Brasil pelo próprio McDonald’s, quando se instalaram no país em 1979 e possuem, portanto, exclusividade com os fornecedores. Isso lhes dá maior poder de barganha.
Já com o fornecedor de batata, a McCain, que vende para vários outros estabelecimentos, o seu poder de barganha não é tão grande quanto com a alface. Mas provavelmente é maior que o poder de outros estabelecimentos, pois compra em uma quantidade bem maior. O mesmo acontece com a carne de frango, fornecida pela Sadia.
Em geral, o poder de barganha sob os fornecedores deve ser grande, devido a estrutura que a rede possui, e pela compra em grandes quantidades. O McDonald’s controla rigidamente a qualidade e padronização dos produtos que lhe serão fornecidos, portanto acredita-se que também tenha grande influência sob o preço dos mesmos.

alineeggres disse...

a shali me excluiu dos crédito, mas o trabalho sobre o mc foi feito em dupla por nós 2, viu professor =P

RAFAELA disse...

Grupo: Rafaela Xavier, Tatiane Boff e Viviane Zuliane.
Analisamos um Case da Empresa Farmacêutica Aventis um dos maiores produtores mundiais de medicamentos.Esta indústria possui uma lata lucratividade. A relação com seus concorrentes é bastante amistosa, visto que cada empresa possui a sua própria linha de produtos. Os fornecedores não conseguem influenciar este segmento devido ao fator de não terem influencia no custo final.Os clientes (pacientes, médicos e os planos de saúde) preocupam-se em um produto que satisfaça a necessidade, sem se preocupar com o preço.Os produtos substitutos tbm tem sua participação no mercado, mas devido ao tempo dos tratamentos alternativos serem extensos não prejudica a industria farmacêutica.Pode-se concluir que novas empresas não aparecem neste segmento devido a dificuldade de começar neste ramo.

romulo_dacas disse...

1 - Mercado analisado:

O tema escolhido para ser analisado atrav�s das For�as de Porter ser� o Mercado de Eventos na cidade de Santa Maria.
Logo fica-se subentendido que o mercado de eventos est� segmentado em diversas �reas, e para explicitar uma abordagem mais direta, vou me ater ao segmento de Organiza�o de Festas (Formaturas, Casamentos, Anivers�rios, etc.) e vou trabalhar apenas com empresas que tenham capacidade para realizar os quatro pilares de um evento: Alimenta�o, Decora�o, Cerimonial e Atendimento.

3.1 � Rivalidade entre empresas concorrentes:

Neste mercado � importante ter seu nome em evid�ncia, pois os contratos s�o proporcionais a sua exposi�o positiva na m�dia e o seu relacionamento de satisfa�o de seus clientes.
A m�dia pode ser entendida como fator preponderante na divulga�o da empresa, e um contato pr�ximo facilitam a conquista de novos clientes.
Na cidade, acontece uma peculiaridade, pois as empresas tem uma certa competi�o que muitas vezes n�o � sadia, e extrapola os limites das concorr�ncia leal, de forma a acontecer uma briga de valores muitas vezes abaixo do mercado para ganhar certo cliente, apenas pelo detrimento do or�amento dado por outra empresa.

3.2 � Compradores:

Os clientes deste setor em Santa Maria s�o bastante diversificados, pode-se dizer que o mercado � muito amplo, e as escolhas tamb�m.
Dentre estes, destaca-se em Santa Maria, o cliente que tem uma peculiaridade, pois al�m de querer um servi�o de qualidade, ele busca o adicional da imagem, pois ao fazer um evento para seus amigos, colegas, etc, ele busca a autopromo�o e por conseq�ncia disto o Status.
Para este cliente muito mais importante do que servir bem os convidados � o que eles v�o dizer da festa em si, das lembran�as positivas que v�o ficar na mente dos convidados, de forma que a sua imagem esteja relacionada ao sucesso da festa, logo a import�ncia da escolha de uma empresa que esteja com Status e com Sucesso.

3.3 � Fornecedores:

Os fornecedores deste tipo de segmento sofrem as mais diversas press�es das empresas, e apesar de muitos serem abertos, a grande maioria trabalha com apenas uma empresa, para que seu produto seja o diferencial desta empresa, �bvio que se paga muito mais por isso, e eles obt�m ganhos maiores do que se fornecessem para diversas empresas da regi�o.

3.4 � Novos concorrentes:

Este mercado aceita novos concorrentes, mas � muito dif�cil para algu�m entrar neste segmento sem experi�ncia, e o que � mais importante, sem um nome forte.
Por�m empresas conceituadas em outras regi�es e cidades aparecem cada vez mais forte nesta regi�o e s�o consideradas como amea�as fortes a hegemonia das empresas de Santa Maria.

3.4 � Empresas com produtos substitutos:

Por se tratar de um segmento bastante espec�fico, e trabalhar com as emo�es das pessoas envolvidas, creio que n�o h� um produto substituto que possa influenciar de forma a fazer frente ao segmento de eventos.
As pessoas sempre far�o festas e eventos, dificilmente trocar�o a oportunidade de reunir os amigos e familiares em detrimento de outras propostas, mas como forma de poss�veis produtos substitutos temos pessoas que trocam a festa de formatura por uma viagem, a festa de casamento por um apartamento ou um carro, etc. mas acho que n�o se trata de substituir o seu momento por outra coisa, e sim por um objeto �til.

Bruno Weiblen disse...

Pessoal,

Legal! Estão no caminho. Entretanto, um alerta. A Análise das 5 Forças Competitivas de Porter deve ser feita do ponto de vista do MERCADO e não de alguma empresa. Ou seja, a análise das 5 forças de Porter no mercado farmacêutico serviria para a Aventis posicionar-se no mercado, assim como para o McDonald's no mercado de fast food, entendem?

Não que isso vá comprometer a análise totalmente, mas pode tornar a análise muito voltada ao "umbigo" da empresa em questão.

A idéia de Porter era fazer com que as empresas "saíssem" completamente de sua "realidade" para analisar seu mercado.

Josiane Rosin disse...

grupo: Aline Magalhães, Josiane e Leticia

Nosso trabalho apresenta a análise de mercado do setor varejista supermercadista, procurando compreender qual a estratégia empresarial eficiente para este tipo de mercado. Em relação ao poder de barganha dos consumidores, estes na sua grande maioria, têm muitas vantagens e oportunidades para a negociação, pois a prática adotada por diversos supermercados de cobrir a oferta de seu concorrente com um menor preço proporciona ao cliente o poder de negociação para adquirir os produtos. Não podemos esquecer também que as negociações vão desde o prazo de entrega até uma negociação de fidelização de compra. Com relação ao poder de negociação dos fornecedores, ele está, algumas vezes, está nas mãos dos fornecedores, e em outras, nas mãos dos supermercadistas, pois o poder de barganha dos fornecedores depende do volume de compras do supermercado e o poder de barganha dos supermercadistas depende de alguns produtos que são oferecidos como, por exemplo, os produtos perecíveis. No que se refere à rivalidade entre concorrentes, entre os supermercadistas a disputa é acirrada nos preços, no aumento de serviços oferecidos e no aumento nos investimentos de marketing, pois eles procuram aumentar sua participação no mercado e conseguir melhorar seu faturamento. A rivalidade entre os supermercados é muito grande, bem como suas estratégias de diferenciação. A ameaça de novos entrantes é contínua visto que as grandes redes de supermercados estão se consolidando com fusões e mais abrangência no mercado. O espaço fica cada vez menor para supermercados que não conseguem competir com as grandes promoções suportadas por grandes varejistas. Há também o surgimento de lojas de conveniência e redes de supermercados, que encontram na cooperação um suporte para competir com redes grandes e de nome consolidado. Não existe hoje um substituto direto para supermercados, o que ocorre é a existência de mini-mercados, lojas de conveniência, lancherias, padarias e confeitarias que dispõem de produtos para as chamadas compras rápidas e que acabam servindo somente para compras rotineiras e emergenciais. Feiras coloniais são substitutas aos supermercados, principalmente na venda de hortifrutigranjeiros. É necessário atentar ao fato de que há supermercados que estão conectados à internet e as pessoas podem fazer compras e receber em casa.

thaismacagnan disse...

Ana Amélia e Thais

Analisamos o setor supermercadista da cidade de Santa Maria, levando em consideração alguns dos mais renomados estabelecimentos do ramo. Este é um segmento que tem apresentado grande crescimento nos últimos anos, quando foram abertas diversas lojas, até mesmo de grande porte, como recentemente, o Carrefour.
Este cenário tem se mostrado bastante atrativo a novos entrantes, fazendo com que a rivalidade entre as empresas existentes aumente cada vez mais, exigindo grandes esforços das mesmas em aplicar estratégias a fim de conquistar e fidelizar seus clientes. Com relação aos fornecedores, existem os de pequeno porte que possuem pouco ou nenhum poder de barganha frente aos supermercadistas, ao contrário do que ocorre com os grandes fornecedores, os quais têm seu poder de negociação bem maior. Já seus compradores, altamente sensíveis a variações de preço, obrigam os supermercados a formar seus preços de forma competitiva. Como serviços substitutos aos grandes supermercadistas, têm-se as mercearias, fruteiras, minimercados, entre outros, os quais muitas vezes oferecem melhores condições de atendimento ao seu cliente, como a possibilidade de comprar “fiado”, e até mesmo proporcionam relações afetivas mais próximas entre o comprador e o comerciante.
Por fim, conclui-se que o setor supermercadista santa-mariense encontra-se atualmente numa situação bastante favorável, porém, é importante lembrar que as empresas inseridas neste ramo devem sempre ser pró-ativas, atentas às necessidades e aos desejos dos seus consumidores.

Fábio disse...

O meu trabalho teve como enfoque o mercado brasileiro de Distribuição de GLP. Segue abaixo um resumo do trabalho:
“Analisando o mercado pelo enfoque das cinco forças de Porter, constata-se que quanto aos fornecedores, por estar a Petrobrás quase solitária no mercado, esta possui um poder de barganha muito alto junto as distribuidoras de GLP.
O Mercado consumidor é muito disperso, sendo que o maior segmento é o residencial. Pelo fato do GLP ainda ser regulado pelo governo e a atual realidade econômica, o poder de barganha dos consumidores residenciais é relativamente enfraquecido, sendo mais alto os do setor industrial e comercial, pois a compra é profissional.
Nos últimos anos, as maiores mudanças nos atores do mercado de GLP ocorreram por meio de Fusões e aquisições de empresas já estabelecidas. Como o mercado ainda está com uma taxa baixa de crescimento e a demanda está maior que a oferta, ainda não há previsões de novos entrantes no mercado brasileiro, pois as margens são muito baixas frente aos investimentos que o setor demanda.
Quanto a produtos substitutos, o Gás natural aponta como um dos maiores concorrentes, juntamente com a eletricidade, que é muito incentivada no Brasil, mais que na Europa, Ásia e EUA.
A concorrência se dá em nível nacional por 4 principais Distribuidoras, que tem sua logística basicamente alicerçada em posto de revenda. Com as margens muito baixas, tem sido observado no setor alguns acordos de cooperação operacionais, em que as empresas compartilham bases de engarrafamento e de estocagem, com isso reduzem os custos logísticos.
O mercado de GLP atual reflete o fraco desempenho da economia brasileira que está dissociada do desempenho dos demais países emergentes. As projeções de crescimento tímidas e os investimentos governamentais também não têm ajudado o setor a se desenvolver mais, pois ainda existem dispositivos regulatórios que visam garantir o acesso da população de baixa renda ao GLP que não são condizentes com a realidade. Isto faz com que alguns mercados não possam ser atendidos pelo GLP, como o veicular, além do grande incentivo do uso de aquecedores de água elétricos, onde o Brasil é um dos maiores consumidores mundiais.
Se estas regras iniciais forem mudadas no futuro, haverá uma nova perspectiva de uso de GLP, que é um combustível pouco poluente e de fácil estocagem. Outro mercado que pode ser mais explorado no futuro é o de agropecuária, que ainda consome uma pequena parcela de GLP. O uso em secagem de grãos, aquecimento em criatórios de aves, e contenção de ervas daninhas ainda está em desenvolvimento, podendo haver um bom aporte nos próximos anos”.

Lilian disse...

O mercado de combustíveis foi aberto no Brasil há apenas 13 anos. Antes, os preços e as margens eram tabelados pelo governo. Hoje, com a abertura do mercado, o cenário mudou completamente, deixando a concorrência mais acirrada, bem como tornando importante estudos sobre este setor.
Por conta disso, nossa pesquisa visou estabelecer as cinco forças competitivas em postos de combustíveis no Brasil.
A principal barreira atual a “ameaça de entrada” é a política governamental, uma vez que busca proteger o pequeno empresário nacional, impedindo a integração vertical de revenda (distribuidores operando postos).
O fornecedor distribuidor é “poderoso”, uma vez que vinculado o posto a sua bandeira, evita a concorrência com outras distribuidoras, pois o revendedor é obrigado a adquirir seu produto.
Os clientes estão mais exigentes quanto a qualidade dos serviços prestados, e esperam algo a mais quando adquirem combustível, como brindes, promoções e outros, desafiando o revendedor que cada vez mais opera com margens pequenas de lucro.
Os combustíveis alternativos são desafios para os revendedores de combustíveis.
E, por fim, a concorrência desleal (sonegação de tributos, adulteração de produtos e produtos contrabandeado) é preocupante ao setor.
GRUPO: Lílian e Angélica.

felipedillmann disse...

Análise do Mercado Imboliário de Santa Maria com base no Modelo das Cinco Forças de Porter
Autores: Felipe Luis Dillmann e Julio Cesar Portella Sortica
O mercado imobiliário de Santa Maria sempre teve grande potencial motivado principalmente pela considerável população flutuante da cidade. Existem cerca de 70 imobiliárias, e nosso trabalho se baseou principalmente na análise desse tipo de empresas.
RIVALIDADE ENTRE EMPRESAS EXISTENTES: A demanda do mercado é bastante grande, o que atenua a rivalidade. Além disso, uma tendência é a formação de redes de imobiliárias. Duas redes se destacam, e contam com 22 das imobiliárias mais tradicionais e com maior participação de mercado. Dessa forma, a competição provavelmente passará a acontecer entre as redes.
FORNECEDORES: constituídos principalmente por proprietários particulares de imóveis. A imobiliária funciona como intermediária entre o proprietário e o consumidor. Não possuem poder de barganha muito considerável, e se optarem por comercializar diretamente não terão muita exposição junto ao consumidor.
CONSUMIDORES: formados por pessoas que moram sozinhas, famílias, ou pessoas que residem juntas por conveniência. Também não possuem muito poder de barganha, sendo que os preços são bastante padronizados e a demanda grande.
ENTRANTES: pelo fato de o mercado ser amplo, existe a possibilidade de novas empresas ingressarem no mercado. Contudo, como já existem empresas tradicionais, que inclusivem estão organizadas em rede, a possibilidade de sucesso pode ser bastante reduzida.
PRODUTOS SUBSTITUTOS: hotéis, pousadas, pensões. Não ameaçam muito o mercado para as imobiliárias. Os hotéis e pousadas por serem mais caros, e as pensões por não existirem em grande quantidade e dependerem muito de relações pessoias entre proprietários e consumidores.

Thaiane B. disse...

Grupo: Priscila Dutra, Thaiane Bolzan.
Escolhemos o ramo supermercadista como modelo para análise das cinco forças de Porter. Em resumo, trata-se de um mercado em crescimento - em função do aumento da necessidade da demanda - que comercializa uma grande gama de produtos, desde todo o tipo de alimentação, produtos de higiene, até vestuário e eletro-eletrônicos. Os supermercados são, para muitas indústrias, a vitrine para seu(s) produto(s), e por isso, muitas vezes, submetem-se às normas e exigências dos mercados. Por outro lado, essa vantagem dos supermercados acaba atraindo mais empresas no ramo, tornando o mercado mais competitivo e exigindo criatividade, bom atendimento e uma série de atrativos a fim de conquistar o consumidor final. Quem, obviamente, acaba ganhando ainda mais com a investida de novos entrantes no setor e com o aumento da concorrência são os consumidores e a população em geral, que passa a ter mais lojas espalhadas pela cidade, mais variedade de produtos e um número grande de ofertas e promoções, oferecidas dos estes estabelecimentos que buscam a satisfação e o retorno deste consumidor.

Lali disse...

Nosso trabalho (Lauren e Luiza) foi baseado na análise do setor de telecomunicação móvel no Brasil. Segue, um breve resumo!

Ameaça de novos entrantes: o setor é atrativo a novos entrantes, haja vista ser altamente regulamentado. No entanto, necessita de investimentos volumosos. Neste caso, empresas estabelecidas apresentam-se com forte presença de marca, dificultando a entrada de novos concorrentes.

Ameaça de substitutos: inexistem substitutos fortes, pois o telefone móvel é muito prático, versátil e agrega vários outros serviços. Substitutos podem ser e-mail, pager, serviços de correio, além do telefone fixo. O setor é atrativo, tendo em vista a tendência mundial a proliferação da telefonia móvel.

Rivalidade entre concorrentes da indústria: há grande concentração do setor em poucas e grandes empresas. Apesar da situação anticoncorrencial, as empresas que permanecem são muito lucrativas. A atratividade do setor é reduzida para novas empresas, mas tende a um incremento enquanto a indústria consolida-se.

Poder de barganha dos fornecedores: do ponto de vista das operadoras, os fornecedores não possuem grande poder de negociação e assim não têm influência na atratividade do setor, sendo secundária a relação de confronto a respeito de preços e qualidade entre fornecedores e compradores de equipamentos.

Poder de barganha dos compradores: praticamente incipiente, devido ao reduzido número de operadoras. Assim, o poder de negociação dos compradores ainda não impulsiona significativamente a atratividade do setor. Porém, a proliferação de tecnologias diferenciadas de comunicação, e a adoção de produtos substitutos, embora estes não substituam completamente os serviços de telecomunicação móvel, contribuem para fortalecer o poder dos compradores.

Rodrigo disse...

SETOR FARMACEUTICO

1. INTRODUÇÃO
A estrutura do mercado farmacêutico brasileiro sempre foi formado por um número não desprezível de empresas, mas uma grande parcela deste mercado está nas mãos de poucos laboratórios mundiais, o faturamento do setor sempre esteve concentrado em poucas empresas internacionais, porém o setor de medicamentos no Brasil está vivendo uma nova dinâmica com a chegada dos medicamentos genéricos.

1. BARREIRAS DE ENTRADA
Uma fonte de barreira deste setor é a chamada economia de escala, sendo que para o laboratório de marca tentar entrar com um bom preço ele teria de produzir em larga escala.
Outra barreira de entrada é a diferenciação do produto, isto é, as empresas existentes terem sua marca identificada e fidelizada pelo cliente.
O custo milionário para o desenvolvimento de novas substâncias, para laboratórios não estabelecidos formam outra fonte de barreira.

2. RIVALIDADE ENTRE OS CONCORRENTES EXISTENTES
A indústria farmacêutica constitui um caso de oligopólio diferenciado, em que a competição e a diferenciação de produto não se dão ao nível da indústria como um todo, mas de classes terapêuticas.
A competição se dá, basicamente por meio da introdução de inovações no processo de produção melhorando os custos e refletindo em economias de escala.

3. PRODUTOS SUBSTITUTOS
As farmácias de manipulação, com produtos não industrializados, mas capazes de substituir as vendas da indústria de marca.
Também podemos considerar como produtos substitutos a forte cultura brasileira em buscar tratamentos alternativos aos males, como: curandeiros, “batuques”, chás, homeopatia, terapias alternativas, etc.

5. PODER DE NEGOCIAÇÃO DOS COMPRADORES
Atualmente, praticamente 100% das vendas da indústria de marca é feita através de distribuidores, que passam a Ter um poder enorme no mercado.

6. O PODER DE NEGOCIAÇÃO DOS FORNECEDORES
De maneira geral, os fornecedores exercem seu poder ameaçando elevar preços, reduzir qualidade de bens e serviços fornecidos, diminuindo a rentabilidade da indústria ou dificultando seu funcionamento.

Rodrigo Costa de Oliveira

Tanise disse...

ANÁLISE DAS CINCO FORÇAS COMPARATIVAS DE PORTER NO SETOR DA ASSISTÊNCIA PRIVADA À SAÚDE.

Ameaça de novos entrantes

Para que uma empresa nova entre no mercado ela deve obedecer a Agência Reguladora de Saúde Nacional, que tem uma burocracia e exigências acentuadas, o que dificulta a entrada de novas empresas no mercado.
Também para este ramo é exigido uma estrutura humana e física muito cara e grande, para que seja possível a economia de escala e utilização de todo o potencial da estrutura física.
A marca também pode ser fator decisivo e diferencial quando se refere à assistência a saúde, pois este mercado exige grande credibilidade por parte das empresas, e é difícil para empresas novas conquistarem a credibilidade dos clientes.
O capital exigido para este ramo exige estrutura ambulatorial, hospitalar, e de equipamentos muito grande, o que impede a entrada de novos fornecedores no mercado.
O fator político exerce função importante neste setor, uma vez que pode haver barreiras e exigências para a entrada de novas empresas o que privilegia as empresas já atuantes no mercado e que já são licenciadas.

Poder de barganha dos fornecedores

Os fornecedores deste setor são médicos, hospitais, laboratórios, e clínicas de saúde, os quais em geral têm grande poder de barganha, porém hospitais e clínicas, podem, dependendo do caso impedir ou não fazer convênios com as empresas de saúde tendo grande poder de barganha em locais específicos onde estes tem grande poder de barganha.




Poder de barganha dos clientes

Quanto maior o nível de concorrência, mais o cliente pode exigir das empresas, qualidade e preço são os mais exigidos pelos clientes, e neste setor, apesar de não haverem muitas empresas no mercado as poucas que tem são grandes concorrentes, com isso os clientes têm um grande poder de barganha.

Ameaças de novos produtos ou serviços

Este setor de uma maneira geral não tem problema de entrada de novos serviços e produtos.

Competição entre Concorrentes

Apesar de algumas empresas se destacarem e liderarem o mercado em determinadas áreas de uma forma geral, existe uma fortíssima concorrência entre as empresas por espaço no mercado, e por profissionais qualificados o que acarreta a diminuição de lucros de forma muito forte.

Elaborado por:
Lucas Mattanna
Rodrigo Roratto
Tanise Pivetta

Maikel disse...

Maikel e Tiago
Analisamos as Cinco Forças de Porter no Ramo de Distribuição de Derivados do Petróleo no Brasil.
A distribuição e comercialização de derivados de petróleo fazem parte da cadeia de valor do petróleo, sendo os principais agentes destas atividades de distribuição e comercialização as distribuidoras, os postos de abastecimento e os transportadores revendedores retalhistas (TRRs).
Ameaça de novos entrantes
Com total abertura do mercado ocorrida no setor de derivados em 2002, a barreira a entradas institucionais foi reduzida de maneira significativa, porém algumas barreiras continuam altas para as atividades de refino e distribuição. O refino continua sendo controlado quase todo por apenas um fornecedor, a Petrobras, e a infra-estrutura portuária e de armazenagem, de propriedade da Transpetro, uma subsidiária da Petrobras, está sem capacidade para terceiros que permita a importação rápida e expressiva de derivados de petróleo por parte das demais empresas.
Com isso, mesmo com o aumento de novos entrantes, as atividades de distribuição continuam exigindo uma necessidade inicial de capital bastante elevada. Além disso, os novos entrantes enfrentam grande resistência por parte das firmas já existentes que vem fazendo várias campanhas publicitárias para divulgar a qualidade de seus produtos vendidos.
Poder de negociação dos fornecedores
O poder de negociação dos fornecedores, no caso dos derivados de petróleo, continua alto, apesar da importação ter sido totalmente liberada. O acesso à infra-estrutura do setor ainda é muito restrito, já que esta ainda pertence quase em sua totalidade, a Transpetro, tornando a importação menos atrativa.
Poder de negociação dos compradores
Com relação ao setor de derivados do petróleo o poder de negociação dos compradores vem aumentando, já que existem mais opções no mercado. Agora, o comprador pode adquirir com preços melhores e formas de pagamento facilitadas. Para aqueles que compram maiores volumes, são oferecidos descontos, aumento do prazo de pagamento, etc.
Ameaça de produtos substitutos
A ameaça de produtos substitutos nas distribuidoras de derivados de petróleo ainda é muito baixa, já que o consumo de álcool hidratado continua em declínio, enquanto o GNV vem apresentando um custo de substituição que só tem sido atrativo para veículos com alta utilização como as frotas ou os táxis.
Rivalidade entre os concorrentes
A rivalidade entre as empresas já existentes no setor de distribuidoras de derivados de petróleo vem aumentando gradualmente, principalmente em relação aos pontos de venda, seja por localização, ou por campanhas promocionais, ou por conquista de pontos de venda de seus concorrentes (troca de bandeira). A questão do preço praticado também é um fator importante para explicar o aumento da rivalidade entre essas empresas.